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10 melhores do Visual Merchandising em 2013

Confira a nossa escolha dos 10 melhores do Visual Merchandising em 2013.

Como estamos entrando na última semana (estaremos em recesso do dia 21 de Dezembro ao dia 8 de Janeiro de 2014) e sem tempo para posts, aproveitamos para nos despedir de todos e desejar um mega feliz 2014!

Um grande abraço do Ará e toda equipe da VIU. xxx

10 melhores

10. “Fashion Windows Tour” by WindowsWear

Fazer um tour pelas melhores vitrines das marcas mais famosas em plena 5th Avenue de New York City apresentada por um dos melhores sites de pesquisa de vitrines de moda??? Precisamos falar mais?

 

9. Site Shopikon e as lojas independentes do mundo

Lojas independentes sempre foram nossa paixão no Brasil e no mundo.

A nossa descoberta deste site que atualiza constantemente novas lojas em diferentes cidades do mundo é uma maneira de alimentar esta nossa paixão.

No meio de tantas grandes marcas e lojas de departamento, você poder adicionar a visita em pequenas lojas e ter a facilidade de descobri-las através deste site nos causou felicidade em viagens de pesquisa. Sair do óbvio é algo que sempre almejamos.

 

8. Vitrine Tod´s: O VM Humanizado

Esta simples vitrine nos emocionou. No meio de toda tecnologia utilizada em PDV, nos relembrou que sempre haverá a utilização de um vitrinista responsável por criar o efeito necessário de forma a nos fazer desejar os produtos por de trás deste vidro.

A disposição perfeita destes braços e pernas, dando todo o movimento desejado, nos relembra que não existe “robô” que poderá fazer um dia nosso trabalho. Se a loja necessita objetivar o desejo do ser humano pelo consumo, não há profissional melhor a fazer isto do que um vitrinista, simples, profissional e HUMANO.

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7. SFD: Visual Merchandising como tema de loja

Esta iniciativa da empresa de Visual Merchandising inglesa SFD nos surpreendeu.

A utilização de uma vitrine para poder demonstrar fisicamente os próprios efeitos do VM, atuando na Arte de Varejo.

Com quatro manequins brancos e muita tinta colorida escorrendo lentamente das latas suspensas acima, eles criaram resultados imprevisíveis e dramáticos, exatamente a intenção do trabalho de todo visual merchandiser.

“Vitrines podem ser muito estáticas em sua natureza, queríamos mostrar o nosso pensamento criativo e criar um verdadeiro ‘show stopper’, ao mesmo tempo, destacando os nossos principais serviços aos clientes”, disse Andi Grant, Diretor de Criação da SFD.

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6. O PDV e o Digital

Já que não podemos vencê-los, nos juntemos a eles!

Esta é a filosofia atual para todo e qualquer PDV. O e-commerce e as mídias sociais já são constantes em nosso mercado. Não há maneira de fugirmos.

Portanto, levemos estes para dentro dos pontos comerciais físicos.

Grandes exemplos desta nova filosofia são as iniciativas feitas pelas lojas Kate Spade, Nordstrom e a invenção do Fliike.

Na Kate Spade, enquanto não ocorria a inauguração da loja, a vitrine foi transformada em e-commerce. Peças eram apresentadas na vitrine e poderiam ser compradas online através de uma tela touchscreen.

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Na Nordstrom, a fusão de PDV com o site Pinterest, atraía o consumidor tanto para seguir a página do site, quanto a saber que, se o produto estava com o tag do site, este estava entre os mais visualizados e era desejado pelas pessoas.

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Já o Fliike é um contador do número de “likes” da página de um estabelecimento comercial no Facebook, porém de forma física. Utilizar este ajuda a dar credibilidade (ou não) a um ponto comercial, pois o passante pode resolver entrar na loja devido ao número de pessoas que curtem digitalmente a mesma, despertando o interesse do consumidor sobre o porquê da marca possuir tanta gente a seguindo.

 

5. Vitrine de tortura humana da Lush Cosmetics 

Repulsa! Este era o sentimento pretendido em causar na vitrine da Lush.

A marca que, desde o início, participa fielmente da causa contra a utilização de animais na experiência de novos produtos, causou grande comoção nos passantes ao apresentar, em sua vitrine, atores encenando uma tortura humana de forma agressiva.

Indo além de uma causa constante da marca, mostrar ao vivo este tipo de tortura comove além de uma propaganda na TV ou revista. Envolve o consumidor a pensar em uma causa como esta de forma direta, como um Greenpeace faz atacando baleeiros em alto mar.

Esta influência direta e viva fica no pensamento do ser humano, levando na memória a filosofia de uma marca junto.

 

4. A força do Brás e do Bom Retiro 

Este ano as regiões do Brás e Bom Retiro nos conquistaram de vez!

Muita pesquisa de referências pode ser feita andando pelas ruas e shoppings como o Mega Pólo Moda.

A região, que sofre visualmente perda de público devido ao mercado da China, não desanimou com esta concorrência e investe cada vez mais para melhorias de suas lojas, investindo para apresentar pontos de venda e vitrines com os melhores acabamentos e manequins possíveis e cenografias muito elaboradas.

Com toda a atenção a entrada de marcas internacionais, muitos se esquecem de olhar para estas áreas, consideradas por nós como o coração de São Paulo. Começando a pensar em projetos futuros e estimulando uma identidade completamente brasileira.

Uma região que não despreza o nosso trabalho, nos dando grande valor e tendo conhecimento sobre a importância do VM na experiência de consumo.

Dando oportunidades de levarmos alunos para o que chamamos de “tour de vitrines”. Mostrando que o VM apenas estudado na teoria não aprofunda o conhecimento de todos sem a vivência. Nos apaixonamos e dizemos OBRIGADO! Em especial para Rogério Wolf e Daniel Fonseca por nos mostrar este mundo.

Mega Polo Moda

 

3. Vitrines Vivienne Westwood contra a violência doméstica

Chocante e simples, a marca inglesa Vivienne Westwood, muito ligada a lutar por causas através de uma identidade mais rebelde, este ano resolveu lançar sua coleção vestindo os manequins com estes lançamentos, porém maquiando os mesmos de forma a aparentar que estavam com hematomas.

Na vitrine, informações sobre o número de casos de violência doméstica e informações úteis de como denunciar este tipo de comportamento.

A VW nos mostrou que, indo muito além da beleza em se comprar uma peça de lançamento da Moda, devemos comprar uma causa. Neste caso, a visualização destes manequins “machucados” atraiam os passantes a ler mais sobre o que a vitrine tratava.

Indo mais além, contextualizar causas como esta ajuda a reforçar a identidade da marca, por mais que o contexto apresente-se de maneira brutal.

 

2. A Loja Vazia e Campanha do Agasalho 2013

Ficamos muito felizes em dar o segundo lugar para uma iniciativa brasileira tão bem feita.

A agência Loducca nos conquistou este ano, quando, durante a Campanha do Agasalho, nos deu esta loja sem produtos, incentivando as pessoas a trazerem suas peças de frio para doação.

Uma maneira de causar um maior impacto como campanha, pois, se a loja continuasse vazia, seria uma pena e uma demonstração de que o ser humano esquece muitas vezes de pensar em um próximo sem as mesmas condições.

Esta loja física toda transparente trazia o sentimento de que devemos nos juntar e não deixar esta loja aparentar vergonhosamente sem produtos.

Uma maneira física de verbalizar o pedido da doação.

 

1. Pro Infirmis  e manequins

Esta iniciativa de transformar manequins de acordo com defeitos físicos de algumas pessoas nos levou a chorar muito. De felicidade!

A iniciativa mostra que a loja possui uma força que vai além da Moda e além da venda. O projeto da ONG Pro Infirmis ousa em nos perguntar “Because who is perfect?”, modificando manequins dados como “perfeitos” e os colocando em uma cenografia de natal na loja.

A cara de curiosidade das pessoas é incrível, muitas vezes até evitando olhar para a vitrine.

Esta iniciativa de fim de ano tocou profundamente nosso coração e reforçou a nossa filosofia que sempre defendemos: até quando uma loja será vista como uma vendedora apenas dos produtos que as compõem?

Cada vez mais, o próprio consumidor espera por este tipo de estímulo em sua experiência de consumo. Cada vez mais o consumidor enxerga a loja como uma forma de expressão e comunicação de nossos sentimentos para o mundo em que vivemos. Questionando a maneira de consumir.

 

 

 

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Comment (1)

  1. Esses trabalhos são espetaculares! Esse tour nos faz ver como o nosso trabalho é importante, onde não só as vendas se tornam o principal objetivo, mas também a emoção!